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                                                                                                                                                        Não sei se você já parou para pensar, mas o medo nos leva a viver uma vida solitária. Quando carregamos dentro de nós o medo da violência urbana, por exemplo começamos a viver uma vida evitando ao máximo encontros sociais fora de casa, criando uma rotina do qual só saímos para trabalhar. Ou quando, tentando lidar com a frustração dos relacionamentos, desistimos de abrir nosso coração novamente e resolvemos nos isolar de contatos mais profundos por conta do medo e quando menos esperamos, estamos nos sentindo só.

 

A solidão é, na verdade, a condição de quem se sente só, estando com alguém, tendo alguma companhia - ou não-, sendo assim possível se sentir solitário mesmo fazendo parte de um planeta com 7 bilhões de pessoas. Um dos grandes motivos para essa condição imergir sobre o coração humano são relacionamentos mal resolvidos do passado, que trouxeram mágoas, tristezas e uma desestruturação completa no emocional. A fuga para seus problemas relacionais se torna então a solidão, porque ele simplesmente desistiu de tentar novamente, de fazer diferente dessa vez ou até mesmo de esperar algo novo de outras pessoas que tentaram se aproximar.

 

Quais são as marcas, feridas que você tem carregado consigo?

Mesmo que os relacionamentos mal resolvidos do passado sejam quase como um fator principal para a solidão, percebe-se que nossa geração está cercada de ferramentas influenciadoras que estão atraindo pessoas para essa condição. Podemos citar aqui algumas delas, tais como a tecnologia, que proporciona a exclusão do contato físico com o mundo real e nos leva a criar o nosso próprio mundo na internet, um mundo superficial e de elevados padrões; o que dizer então sobre o tratamento em massa que recebemos frequentemente? Nos sentimos apenas mais um na sociedade quando percebemos que estamos sendo tratamos como um número, pelo governo, faculdade, trabalho, banco e etc; e por fim, podemos citar aqui também o sentimento de desvalorização e abandono que ganha espaço no coração através da desestruturação familiar ou por situações específicas que podem ter ocorrido.

 

Abordar um tema tão falado e (infelizmente) vivido na prática atualmente é um tanto quanto desafiador, tanto para mim, como para você que está agora lendo esse texto e de certa forma se identificando. Mas tudo isso foi escrito para que você saiba: todos já passaram, ou ainda passam por isso e não é o fim, não sei para você, mas essa verdade é libertadora para mim, pois em dias como esse - onde as pessoas perdem a esperança por qualquer ventinho que bate-, acreditar que

 

uma situação ruim não precisa nos derrubar sempre que aparecer é um tanto quanto incrível. Se você quer saber os passos práticos para vencer a condição da solidão, basta ficar atento ao nosso próximo post, sei que parece meio “blogueiro” demais, mas bom: é assim que funciona, não é mesmo? Foi assim que me ensinaram pelo menos!

 

 

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